)*(


 

 

acesso aos parafusos  LINK 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 




Escrito por jqz às 13h58





 

 

 

 

 

 

 

alguns vestígios que descobri

  

o cineyyyyyma em 1936y

yyyyyo cinema em 1936

Sala São João

    

                                                                                   

 

 

 

documentei estes momentos  

   



Escrito por jqz às 06h55





Luiz Päetow Luiz Päetow

Luiz Päetow

Luiz Päetow Luiz Päetow

Luiz Päetow Luiz Päetow Luiz Päetow

 

Luiz Päetow Luiz Päetow Luiz Päetow

Luiz Päetow

 

Link VÍDEO



Escrito por jqz às 04h19





 

  




Escrito por jqz às 22h54





 

CARTAZ DA PRIMEIRA TEMPORADA NO TEATRO SESC-ANCHIETA

 

yyy

crítica publicada na Revista BRAVO! em fevereiro de 2010

 

 

SEGUNDA TEMPORADA ESTREIA 15 DE MAIO NO TEATRO EVA HERZ

http://www.teatroevaherz.com.br/teatro/?l=resenha&npeca=25


 

          CARTAZES   DA   TERCEIRA   TEMPORADA   NO   TEAT(R)O   OFICINA

      

http://www.teatroficina.com.br/events/55

 

trecho de reflexão publicada na edição 10 da Revista Sala Preta sobre o Festival Internacional de Teatro de São José do Rio Preto em 2010

i

Abra cadáver Fecha cortina Abracadabra estreia contínua A peça abracadabra estreou em são paulo no teatro sesc-anchieta em janeiro de 2010 e segue cegando próximas temporadas Um espetáculo de hipnose Um espetáculo sem sinopse Apenas uma presença dialogando com os limites do nosso raciocínio encarcerado no majestoso teatro dos nossos corpos e da sua imaginação Diz-posto a atravessar a zona que separa o palco-vida da coxia-morte um ator se arrisca em queda livre na ausência total de suporte ficcional para descobrir juntamente com o espectador o instante essencial antes de sairmos de cena A dramaturgia se refaz a cada apresentação com outros caminhos sendo tomados dentre os vários fragmentos de textos que buscam mapear os atalhos e os enganos do nosso pensamento contemporâneo As palavras deixam de ser as bolinhas de vidro escapadas do colar quebrado da anedota Tornam-se oferenda e alegoria Toda palavra é réquiem e todo orador é o povo inteiro seus mortos seus excluídos seus heróis seus espectadores Ela corre de boca em boca como um fogo salubre na floresta Não encenar nada mais Nada mais que isso Uma única palavra mas qual

A seguir uma reflexão do sociólogo e curador Ricardo Muniz Fernandes - - - - - - - Algo à deriva, como se estivesse entrando em um navio abandonado. Embora todos soubéssemos estar em um teatro vazio e escuro, para alguns demasiadamente conhecido, (não como a palma da mão, pois quase ninguém conhece em profundidade as palmas de suas mãos) eu me defrontava com medo, um medo que resiste, persiste e permanece ainda dentro. Era somente meu, ou também dos outros que iam comigo? Era um medo atávico. Colado. Medo resistente da deriva, e das trevas. Nos espalhamos pela poltronas da plateia e ficamos esperando o início do espetáculo. As regras do teatro já tinham sido quebradas, não entramos com a plateia acesa e escolhemos os lugares. As luzes da plateia não se apagaram e se acenderam as do palco. Nada disso aconteceu, era o escuro do início ao fim. Escuridão. No início, havia uma caneta a laser, complemento fundamental de palestra e esclarecimentos, vagando também perdida naquele iniciado desmonte de regras. Por alguns segundos ela ainda resistiu, mas logo desapareceu na ausência de sentido (depois ela volta e poderia ser a mira de um atirador de elite, o suspense eficaz e barato, entre o tiro e a morte nos filmes de Holywood). Os que tinham lanterna não as acenderam naquele momento. Eu estava ali, no escuro, como entrado em plena metamorfose. Ainda não era a coisa, fosse ela de Kafka ou do banalíssimo Stephen King, mas estava em transformação e metamorfose. Os outros também estavam em mutação? Uma luz e uma voz no fundo do palco, repetiam um texto sobre o que? Era algo sobre estar, contar histórias... um texto para mim desconhecido... e isso me deixava ainda mais mareado... e aquilo dito ali nas luzes fracas daquelas lanternas, no black-out quase completo do teatro (no canto esquerdo havia uma fresta de luz que era o abracadabra de escape, o ponto de fuga). O ator, ou “a coisa” ali escondido naquela possibilidade de ascensão era meu igual, meu irmão, uma coisa, o inominável, Malone, eu e também os outros ali presentes? E o texto jorrava, em golfadas, sem a dramaticidade, e sem a expressividade e a emoção do óbvio teatro, mas era algo entrecortado, como ondas, a respiração presa dos pesadelos dos quais não conseguimos acordar. E era também clownesco, ridículo, lírico, conceitual, não me deixando estabelecer um sentido único e definitivo, um falar que vacilava e me angustiava, me deixando à plena deriva. Na beira daquelas escadas, como ao lado de um enorme navio encalhado, - os grandes teatros soltos pelas cidades do mundo não são navios encalhados? - convidado, mas também clandestino. Era também aquele do qual falava o texto, o que não queria estar ali, no esforço da “coisa”, para levantar, andar pelas paredes, falar e contar histórias. Já era quase uma ”coisa”. O esforço de ver, o esforço de entender era muito além do entendimento fácil do cotidiano e das redes. O texto, sua extensão, seu acender e apagar de luzes, balanço entre compreensão e distração, sua repetição e paralisia no próprio movimento e expressão na beira daquela escada era o tempo calculado para nos tornarmos, como o ator, completos “issos”. Nós éramos olhos na escuridão, e éramos a própria escuridão. Eu era as trevas e seu coração. Os outros também eram? Éramos também espectadores e aquilo era teatro, e nesse jogo, pega-pega “asmático” de significação, não havia possibilidade de fuga. Estavamos na cova, na toca da fera, sendo presas e também predadores. Eram tantos os pensamentos que me atravessavam e ricocheteavam no espaço imensurável de um palco vazio. Era uma profusão de fantasmas, e uma infinidade de possibilidades. Era como o teatro em sua dinâmica maior, a paralisia daquele segundo antes do início de uma performance onde tudo está armado e só nos resta a vontade e necessidade de continuar ou de apagar as luzes, fugir do teatro e deixar o nada acontecer. Uma fração de segundo e uma eternidade, o infinito neste mínimo, neste tempo e qualidade... eu entrevia e me deixava à deriva com Merleau-Ponty na sua última obra o Visível e o Invisível, com Beckett nos seus tantos textos lidos e esquecidos e seus poucos filmes vistos, com Marlon Brando em Apocalipse Now e Conrad, na cegueira de Pina Bausch em E La Nave Va, e até mesmo na surpresa possível de um rato ou fantasma atravessando o vazio do palco. Eu estava ali misturando o meu pensamento e a minha pouca visão. Experimentando o pensar valendo mais do que a coisa vista ou do que a própria visão - - - - - - -


 

A seguir alguns trechos de uma análise feita pelo músico Damien Campos - - - - - - - escuridão, luz, aumentativos e diminutivos, Deus, Lúcifer, Luiz Päetow propõe nesta montagem algo que podemos considerar inovador, pois o monólogo que interpreta conta apenas com a iluminação proveniente de inúmeras lanternas, de variadas intensidades, distribuídas aos espectadores no momento da entrada. Em meio à escuridão, desenvolve um fortíssimo texto com muito apelo poético e filosófico. Cada um dos poucos movimentos que o ator faz na peça é feito com a meticulosidade de um computador, e é isto que temos a impressão de estarmos vendo durante boa parte da peça, melhor ainda, um robô. Quanto à performance do ator, foi o que poderíamos esperar de alguém que sabe exatamente o que fazer e onde quer chegar, e que surpreende a cada palavra desferida como um golpe direcionado exatamente às mentes daqueles que detêm a luz no espetáculo. Fica nítido no monólogo um alto teor crítico ao comportamento das pessoas no que tange política, religião, arte e cultura, além de propor uma reflexão, ou melhor um diálogo da arte com a vida. Em diversas vezes podemos ouvir palavras que não são bem digeridas pela sociedade, mas que como dito anteriormente, irrompem como golpes que se chocam com seu alvo. Esta foi a atmosfera por mim experimentada, o duelo do ator esteve presente até o fim da peça. Contudo aí estava pra começar um outro tipo de peça dentro da peça, onde os protagonistas não se sabiam como tal. Aí estaria a magia proposta pelo nome da obra? O desafio proposto pelo ator foi aceito por muitos. Qual é o limite da expressão de um artista? Enquanto as lanternas afoitas tentavam descobrir em qual parte do palco estava o “botão de desligar”, Luiz se transformou num boneco de cera inanimado, porém, que encarava cada um de nós, com os olhos bem abertos e vibrantes, mas sem um som sequer. O público foi sendo vencido. Muitos foram embora e engoliram aquele inusitado fim. Outros resistiam, até que a plateia tomou lugar do protagonista, e um grupo de pessoas, após terem apagado as lanternas começaram a bater palmas, sugerindo o fim do espetáculo. Por sucessivas e insistentes vezes repetiram o feito, porém o ator não respondia de maneira alguma àquela manifestação. Até que, pasmem, começou-se uma discussão entre as pessoas, e uns começaram a provocar os outros, pediam para se retirar. O clímax veio quando um rapaz estava saindo e passando pelas fileiras empurrou um outro que estava sentado. O que estava sentado reagiu e levantou-se para ir de encontro ao seu provocador que saiu correndo. E assim, saíram um correndo atrás do outro, enquanto no palco o ator representava bravamente seu papel. Quase quatro horas depois, um dos organizadores do festival nos convidou educadamente a se retirar, pois o fim da peça jamais viria. Abracadabra se configura uma experiência única. Recomendadíssimo. - - - - - - -


Nas palavras do crítico e pesquisador teatral Sebastião Milaré - - - - - - - é de admirar o brilho que Luiz Päetow consegue sacar das trevas. E também a pulsação à beira do abismo, as palavras duras, o desmonte de frases. Belo trabalho. Um solo teatral que faz a autópsia do público e inaugura poética radical. Foi um privilégio assistir. - - - - - - -

y

APRESENTAÇÃO ESPECIAL NO TEATRO FAAP

APRESENTAÇÃO NO SESC CAMPINAS

 APRESENTAÇÕES ESPECIAIS NA VIRADA CULTURAL

Link podcast com o crítico da folha de sp luiz fernando ramos

Link texto cartilha-catábase

Link VÍDEO



Escrito por jqz às 08h09





                                                 

Luiz Päetow Luiz Päetow -foto Lenise Pinheiro-

Luiz Päetow Luiz Päetow -fotos Keiny Andrade-

Luiz Päetow

Luiz Päetow

Luiz Päetow Luiz Päetow -foto Julieta Bacchin-

                                                  

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Link para imagens registradas pela artista Lenise Pinheiro em seu Blog Cacilda

Link para reportagem realizada em 1986 com Jean-Luc Lagarce na Biblioteca do Centro Cultural de Besançon no qual ensaiaria Music-Hall três anos depois

Link para entrevista com Jean-Luc Lagarce realizada em 1995 dois meses antes da morte aos 38 anos




Escrito por jqz às 15h20





1

LA FILLE   LE PREMIER BOY   LE DEUXIÈME BOY

os nomes dos personagens

são seres se oferecendo na arte e assim não se trata apenas de uma cantora mas de uma Menina e não somente de dois assistentes mas de dois Meninos e isso ressalta seu jogo nostálgico pois o trabalho de cada show-woman-show-man é preservar e oferecer a sua infância o seu sorriso e portanto esses nomes imprimem a função lúdica de eternos moleques em contraste com a precária realidade

DE TEMPS EN TEMPS

é o título da canção que serviu como ponto de partida para a escritura da peça

uma melodia pungente composta por Paul Misraki e Andre Hornez e eternizada na voz de Joséphine Baker a mítica dançarina neta de escravos africanos que assegurou a potência do music-hall que mais tarde seria escravizado pela própria indústria

a letra da canção reflete o lamento de uma amante abandonada mas pode ser ouvida como um último pedido do Teatro aos artistas aos espectadores para que não nos esqueçamos pois é preciso fazer amor com ele e assim espantar as teorizações que só afastam a nossa carne do coração

afinal de contas o teatro -a vida de todo mundo- é um eterno poema ereto

não digam que vocês me adoram

mas façam amor comigo

uma palavra de amor é incolor

mas uma trepada é eloquente

não me escrevam longos poemas

não me contem suas comoções

para provar o quanto me amam

mas sim de tempos em tempos me beijem

e caso me escrevam não digam que vocês me adoram

mas sim vivam em mim de tempos em tempos

pois muitas vezes o coração ignora aquilo que nossas mãos frequentemente escrevem

não deixem morrer nossos sonhos

lembrem-se de tempos em tempos

 

e a pergunta que se faz é

o que realmente ainda nos resta oferecer aos espectadores

o que realmente ainda nos resta ofere-ser uns aos outros

a urgência de uma memória intraduzível

ou o clímax de uma emoção intransferível

ou a reflexão sobre a nossa existência i-n-f-i-n-i-t-a

a partir dessa indagação e tendo como metonímia o esqueleto do teatro-de-entretenimento esse açougue-music-hall no qual somos convocados para a missão de abastecer vida na vida de inúmeros desconhecidos

é preciso que a iluminação concebida para o espetáculo seja o próprio camelo atravessando o buraco da agulha

paralelamente vale notar o quanto Lagarce se concentra no uso do intransitivo

o verbo é sempre perpétuo e está sempre acima da conjugação-prisão-temporal

ressoa a mesma descoberta de Gertrude Stein

no caso do inglês isso se dá no uso do gerúndio eating human-being seeing-is-believing home-coming thanks-giving some-thing

mas no francês o gerúndio não possui essa mesma natureza é preciso escrever en-train-de-parler en-train-de-vivre que significa estar-no-ato-de-falar estar-no-ato-de-viver

não há como escrever simplesmente falando-vivendo e no inglês o uso do intransitivo to-speak to-live tem uma conotação de algo a ser projetado no futuro

ao contrário do português quando lemos ler-morder-arder pensamos em uma ação contínua-presente

 

VÍDEOS -  LINKS 

k

a  alma  em pleno ringue 

 

 como  dar uma volta completa

 

o rosto na  auréola  de busby berkeley pré-beckett

 

às vezes jogam garfos e gatos  mortos 

 

sempre haverá mais um  Menino  por aí inclusive no caubère

 

 Hélène Surgère  foi a Menina dirigida por lagarce 

 

humorista  fascínio de alagar-se


e por aqui foi  assim  assim  que tudo começou semanas antes do convite até


 

marcia ela dança

sobre o cetim do raio

isopor aos seus pés

marcia dança com pernas afiadas tesouras

são duas flechas que nos dão ideias sensações

bela em cena e bela na vida real

vê-la dançando me transforma em excitada

moretto como a sua boca é enorme quando você sorri

e quando você ri eu rio também

você ama tanto a vida

ué qual razão então para este frio que a gente sente em você

mas é claro é a morte

que te assassinou

é a morte que te consumiu

agora você virou cinzas

a morte é como uma coisa impossível

e mesmo para você que é forte como um foguete

e mesmo para você que é a própria vida

é a morte que te levou

marcia dança meio chinesa

o calor nos movimentos dos ombros

estática como um hieróglifo inca de uma ópera

com a cabeça ela também dança super bem

e o seu rosto dança com todo o resto

ela investigava uma nova maneira de dançar

e ela a inventou

é ela o gafanhoto

a sereia com dores de amores

a dançarina na flanela

ou um cartaz

 

 

pois é

poiesis

é p.s.

 



Escrito por jqz às 15h20





Luiz Päetow

ensaio registrado pela fotógrafa Maristela Martins Luiz Päetow

Luiz Päetow

Luiz Päetow

Luiz Päetow

Luiz Päetow

Luiz Päetow

Luiz Päetow

Luiz Päetow

Luiz Päetow

Luiz Päetow

apresentação do espetáculo Calando no Teatro Sesc-Anchieta

reunião de duas peças radiofônicas de Samuel Beckett

Palavras & Música no primeiro ato

Luiz Päetow interpretando -Palavras-

Cascando no segundo ato

Luiz Päetow interpretando -Voz-

encenação de Rubens Rusche

setembro 2008

video  link 



Escrito por jqz às 03h24





registros da fotógrafa Lenise Pinheiro

Luiz Päetow

cenas com a atriz Sabrina Greve e Luiz Päetow

Luiz Päetow

 

cenas com a atriz e diretora Beatriz Azevedo e o ator Luiz Päetow

textos escritos especialmente para o programa do espetáculo




Escrito por jqz às 01h52





Luiz Päetow

Luiz Päetow

Luiz Päetow

Luiz Päetow

Luiz Päetow

Luiz Päetow

Luiz Päetow

Luiz Päetow

apresentação acima registrada pelo fotógrafo João Caldas com Luiz Päetow

Luiz Päetow

Luiz Päetow

Luiz Päetow

Luiz Päetow

ensaios acima registrados por João Caldas com Luiz Päetow

Karl Georg Büchner

prólogo retirado do texto Lettres d'un Voyageur da George Sand publicado na Revue des Deux Mondes em 1834

Max Halbe interpretando Leonce na montagem de estreia com sua companhia Intime Theater em 31 de maio de 1895 no Münchner Park

decisiva carta de Büchner ao cunhado Edouard Reuss

Luiz Päetow

         acima um texto do jornalista e crítico de teatro Dirceu Alves Jr publicado na revista Isto É

Luiz Päetow

                         acima um texto do dramaturgo e professor Sérgio Salvia Coelho publicado no jornal Folha de S Paulo Luiz Päetow

 

Luiz Päetow


Luiz Päetow

texto acima escrito especialmente para o programa do espetáculo com Luiz Päetow

trechos em vídeo link 1



Escrito por jqz às 06h04





 

 

 

y

y

 

yLuiz Päetow

  apresentação no Teatro Faap em março 2011

y

y

 

Luiz Päetow

 

 

cartaz da terceira temporada em 2008

de 31 de maio até 31 de agosto

 

Ao explorar as diferenças semelhanças e barreiras entre o palco da ficção teatral e o palco do nosso cotidiano

o espetáculo nos revela que a mente humana é um teatro de possibilidades simultâneas

que investiga incessantemente a si próprio e aos outros

para recriar a vida e sua comunhão

A obra impulsiona uma reavaliação de todo julgamento estético vigente

questionando os materiais de construção da gramática humana

soltando faíscas a partir da extração de interrogações

alertando para a responsabilidade da sensibilidade

Luiz Päetow

 

apresentação na Mostra de Teatro Contemporâneo em agosto 2012  

 

 

Luiz Päetow 

acima o cartaz da segunda temporada em 2008

 

Luiz Päetow

Luiz Päetow

Luiz Päetow

Luiz Päetow

Luiz Päetow

Luiz Päetow

Luiz PäetowLuiz Päetow

Luiz Päetow

Luiz Päetow

Luiz Päetow

P E Ç A S é o nome da peça e peço o que a natureza reza

escrita em 1934 como material para uma palestra sobre a relação entre o ato de escrever e o ato de viver

ressoou as principais vanguardas artísticas no mundo e persiste transformando aqueles que ouvem sua reflexão lúcida poética altamente política

Gertrude Stein, tendo sido aluna na Hopkins Medical School, descobria a mutação que se processa tanto no corpo do ator, quando se entrega à apresentação, quanto no corpo dos espectadores

um fato muito semelhante à transferência celular nos rituais xamânicos que, aliás, se processam como um monólogo, onde o pajé constrói um canto que reacende a essência de cada participante à sua própria, sem que precise contar histórias

já que já há jazigos de histórias

hoje a meta é amalgamar metrópole e pólen

VÍDEOS DISPONÍVEIS
Gertrude Stein Um corte não é uma fatia mas contém tudo
Gertrude Stein Um tubo de ensaio aberto na primeira versão
Ciclo Gertrude Stein 1
Ciclo Gertrude Stein 2
Ciclo Gertrude Stein 3
Ciclo Gertrude Stein 4
Ciclo Gertrude Stein 5

trecho do texto de Luiz Päetow publicado na revista de poesia e crítica literária Sibila dirigida pelo poetas Régis Bonvicino e Charles Bernstein  link 

GERTRUDE STEIN

Nascendo no dia 3 de fevereiro de 1874 em Allegheny, EUA

Autora de uma biografia inigualável, uma vivência precocemente órfã e uma infância praticamente nômade, fruto de uma família de imigrantes alemães lançados aos Estados Unidos em plena era vitoriana, vivendo na Áustria França e Inglaterra, antes de se estabelecerem no estado norte-americano da Pennsylvania

Ao ingressar nos cursos de psicologia e filosofia na Universidade de Harvard, encontra seu grande mentor, o professor doutor William James, um verdadeiro dínamo pesquisando o cérebro humano enquanto processador de linguagens, revelando os mecanismos da nossa emoção através da adrenalina, inaugurando as investigações de experiências místicas adquiridas graças ao peiote e a diversos nitratos, construindo as bases do pragmaticismo de Charles Sanders Peirce e irmão mais velho do escritor Henry James

Explorando códigos seus, decide abandonar a América para se aprofundar nos estudos de prosa elisabetana em Londres e, logo depois, enraíza-se definitivamente no ímã cultural de Paris, magnetizando um extenso círculo ao seu redor, exercendo inclusive a função de tutora artística, alavancando a carreira de Pablo Picasso, Juan Gris, Ernest Hemingway, Marcel Duchamp, Henri Matisse, entre tantos e tantos e tantos e tantos e tantos e tantos e tantos outros que se reuniram no seu mitológico apartamento localizado no número 27 da rue de Fleurus e que foram promovidos pelo seu espírito

Para termos uma idéia da abrangência de sua influência, podemos ressaltar o futuro escritor Paul Bowles, então um prodigioso rapaz de vinte anos de idade que foi estimulado por ela a fincar residência em Marrocos, um episódio semelhante à decisiva carta de Helena Blavatsky aconselhando Gandhi a finalizar os estudos em Londres e retornar à Índia, pois, mais adiante, Paul Bowles iria introduzir a rota psicomarroquina a Allen Ginsberg e William Burroughs, emoldurando assim o tapa na pantera, no elejohnfante, no jaguar dos beatniks

Gertrude Stein foi ainda motorista de uma ambulância durante a Primeira Guerra Mundial e se eternizou também graças ao seu casamento com Alice Babette Toklas

Em virtude desses e de tantos outros eventos, foi se perpetuando um interesse maior pelo pitoresco, folclórico, lendário de sua biografia, do que pela poética revolucionária, visionária de sua grafia

Uma gigantesca produção literária abrangendo poemas, ensaios, novelas, memórias, libretos, retratos, um livro para crianças, um livro policial e um romance de quase mil páginas intitulado The Making of Americans

Desenvolveu uma escritura que margeia o mantra e outros cantos encantatórios, se assemelhando ao cubismo

Em 1913, começou a escrever também para o teatro

Sua fértil produção dramatúrgica atingiria 80 peças no ano de 1946 com A Mãe de Todos Nós

Inaugurou uma estrutura, ousada na metalinguagem e revolucionária na fluidez, tão à frente de seu tempo, que a primeira encenação de uma de suas obras levou 20 anos para se realizar

Trata-se da lendária produção nova-iorquina de Quatro Santos Em Três Atos, em 1933

Um verdadeiro triunfo

Entre suas palestras, encontramos o texto Peças que aliás só foi publicado, postumamente, no volume Last Operas and Plays e, recentemente, no livro Look at me and here I am

Durante sua pesquisa, chegou a criar peças cujos protagonistas poderiam ser cidades, religiões, montanhas e até os próprios atos e cenas

Em Doutor Faustus Liga a Luz de 1938, os diálogos se alternam com um ballet de luzes e um cão que só diz obrigado

Seu jogo hipnótico de monossílabos, assonâncias, repetições e ausência de pontuação, é hoje considerado precursor do ritmo frenético dos rappers

Basta compararmos sua obra musical Quatro Santos Em Três Atos com a estrutura dos versos criada pelo mestre de cerimônias Tupac Shakur

E é ainda mais surpreendente encontrar, na dramaturgia do encenador Robert Wilson, a mesma escrita mântrica-mental qual assina com seu parceiro Christopher Knowles, o ilustre autista que compõe textos repletos de paralelismos, recurso presente também no canto dos pajés

O que dizer, então, da ligação direta entre a concepção dramatúrgica de uma peça-paisagem, formulada por Gertrude Stein no próprio texto Peças, e a peça de Heiner Müller intitulada Descrição de uma Paisagem, que põe à prova seu fluxo de consciência em meio à imobilidade dramática

Exerceu também um papel fundamental na dramaturgia beckettiana, vide seus versos isossilábicos de Esperando Godot e seu lessness em Dias Felizes

Paralelamente, anteviu o boom dos blogs, da internet, profetizando em uma entrevista de rádio registrada no inverno de 1934, haverá um dia em que cada um e todos terão suas vidas escritas e acessadas por todos a cada segundo, todo mundo que já viveu ou vive ou vi verá certo dia em que haverá uma história ordenada de todo mundo, aos poucos cada um virá a um reconhecimento ordenado

Já nos habituamos tanto a suportar o concreto e o cimento, justo eles que deveriam servir para nosso suporte, que esquecemos o conhecimento das coisas, e as coisas estão em todo lugar, através da arte adquirimos a qualidade de criadoores das portas do lugar que habitamos

Gertrude Stein, unindo as cortinas no dia 27 de julho de 1946, em Paris

Sua saúde havia sido, silenciosamente, insaudada durante os anos de isolamento em que driblou a perseguição nazista, se refugiando em uma casa abandonada ao interior da França

Luiz Päetow

Luiz Päetow

 

 

 

 



Escrito por jqz às 20h48





y

imagens da fotógrafa Ines Arigoni


Análise da pesquisadora Naira Hofmeister no Jornal JÁ de Porto Alegre em 15/09/2006

PEÇAS É TEATRO ÀS AVESSAS
Luiz Päetow explica e questiona a dramaturgia


Ao invés do teatro, um armazém do Cais do Porto. Ao invés do público em frente ao palco, cadeiras espalhadas em volta do espaço cênico. Os bastidores teatrais fazem parte da composição de Peças, em que cordas, roldanas e sistema de iluminação estão aparentes e se misturam à plateia.

A cortina também foi substituída: ao soar da terceira campainha, uma porta de ferro se abre. Tendo o rio Guaíba ao fundo, numa bela noite iluminada pelos raios da tempestade que estava por vir, Luiz Päetow entra em cena: movimentos que lembram uma câmera lenta, braços e pernas movendo-se numa vagarosa sincronia. A boca, entretanto, não se mexe antes que chegue ao centro do improvisado palco. O único som presente é o de uma voz feminina, que sai do aparelho portátil instalado num canto.

Päetow caminha até o aparelho, e ainda com movimentos lentos, faz parar o fluxo de palavras em inglês. Retorna ao centro do espaço cênico, anuncia, com voz solene: “Peças, de Gertrude Stein” e volta a ficar imóvel por alguns segundos.

De repente, um sobressalto do ator prega um susto na plateia. “Descobri algo sobre Peças”, diz Päetow. E segue dizendo seu texto, um ensaio da autora norte-americana, musa de artistas europeus como Picasso e James Joyce, amiga da família de Matisse e freqüentadora do núcleo de intelectuais vanguardistas do início do século XX, na Europa.

O tratado de Stein “Peças” credita ao Jazz a invenção do nervosismo que se cria entre a plateia e o ator, no momento da apresentação. Essa apreensão, diz Stein, é resultado da falta de sincronia temporal entre público e espetáculo. “O sentimento do público está sempre à frente ou atrás do sentimento de quem está no palco”.

Não é fácil prestar atenção às deixas de Päetow: o texto é complexo, frio e lembra os escritos de filosofia da linguagem, em que o significado das palavras pode ser modificado por quem o recebe. O ator alterna sua interpretação durante todo o espetáculo. Às vezes segue no ritmo lento, aquele com que começou a apresentação. Ora atinge uma rara intensidade de emoções, gritando, se mexendo sem parar e falando velozmente num fluxo de consciência.

Päetow segue enumerando as diferenças entre a atuação no real, no cotidiano, aquela em que cada um é protagonista, e o teatro, onde a platéia é apenas observadora dos fatos. Além do tempo, das emoções, Stein ainda oferece um pensamento sobre os efeitos de alívio ou de arremate que esses antagonismos provocam em quem vivencia o teatro ou a realidade. O ator também questiona os sentidos, o momento certo para assistir a um espetáculo ou aqueles para apenas ouvir o que está sendo dito. Dessa forma, o texto também acaba discutindo a memória e a percepção do espectador.

Sem pretensão de conceituar ou determinar coisa alguma, Peças segue questionando “o que realmente conhecemos” sobre o mundo, sobre a vida, o que, afinal, é a matéria-prima do teatro. Ao final do espetáculo, sob meia-luz, calmo e tranqüilo, conclui Päetow: “E então isso é somente até o presente tudo o que sei sobre Peças", e sai a caminhar pela beira do Guaíba, apanhando as gotas de chuva que começam a cair.

Trecho da matéria publicada em 19/09/2006 no Caderno de Cultura do jornal uruguaio La República21 pelo jornalista Jorge Arias

SHAKESPEARE, GERTRUDE STEIN Y OTROS AUTORES
Sigue la fiesta teatral en Porto Alegre


La prosa de Gertrude Stein es muy apreciada por la crítica literaria. El texto es altamente especulativo y referente al teatro, que el intrépido actor Luiz Päetow trata de parar sobre las tablas. El resultado, el mejor de los casos, es una animada lectura de Stein; anotamos que a menudo el actor, con la dicción, emplea volúmenes de voz que concuerdan claramente con lo que dice. Como a Stein, se lo puede admirar.

Peças, de Gertrude Stein, por Luiz Päetow, en Armazem "A" dos Cais do porto (muelles del puerto).

imagens do fotógrafo Jorge Etecheber

Artigo publicado pela Central de Imprensa
Teatro Solo : a plateia como companhia

Quase um segredo dito ao pé do ouvido. Uma energia que emana de uma só criatura e ultrapassa os sentidos para fixar-se na alma de cada espectador. Um trabalho solo é uma confissão que extrapola o espaço, o palco, o teatro, para, com palavras ou não, transmitir uma mensagem, um sentimento, um ponto de vista.

Em 2006, permeado por sua investigação em busca de um novo teatro, ou mesmo de um não-teatro, o FIT traz ao público alguns trabalhos solo: “Diário de Um Louco”, de Livio Tragtenberg, “Peças”, de Luiz Päetow, “A Noite Antes da Floresta”, de Francisco Medeiros, “Sopro”, da Cia Lume.

O processo de construção dos espetáculos solo somam meses e, muitas vezes, anos de preparação do ator, desde a escolha do tema e o estudo, até a divisão da idéia com outros colaboradores como diretor, figurinista e técnicos. “A montagem de ‘Peças’ durou cinco anos. Isso desde a primeira tradução do texto de Gertrude Stein (autora que inspirou a montagem), até a pesquisa e a procura de outros profissionais que se identificassem com a proposta de encenação”, comenta o ator Luiz Päetow.

Fora o tempo de criação, Päetow do “Peças”, conta que encontrou desafios no texto de Stein. “Há uma identificação com o texto, uma paixão individual, desde o primeiro momento, mas muitas pessoas ficam desconfiadas com este tipo de texto, pois parece uma tese, uma palestra e acham que não teria como ser decodificado em uma linguagem teatral”, comenta o ator.


Análise escrita por Antonio Barreto Hildebrando (crítico de teatro de Belo Horizonte) por ocasião do FIT Rio Preto 2006
“Peças”
Luiz Päetow
São Paulo / SP

1ª HIPÓTESE: Imagine que você adora carros e motores, cheiro de óleo, gasolina, bielas e cremaleiras. Você ficaria em uma oficina, sentado tranqüilamente em uma pilha de pneus, durante 55 minutos, vendo um mecânico – criterioso, concentrado e perfeccionista – trabalhar?

2ª HIPÓTESE: Imagine que você adora teatro, sente-se em casa entre pernas, bambolinas e refletores. Você ficaria em um palco, sentado tranqüilamente em um banco de frente para a plateia, durante 55 minutos, vendo um ator – criterioso, concentrado e perfeccionista – trabalhar?

Creio que, em ambos os casos, a resposta seria SIM. Para o indivíduo da segunda hipótese, “Peças”, solo de Luiz Päetow , é um presente.

Radical, sem concessões, o espetáculo reterritorializa o texto de Gertrude Stein, que, na letra fria, antigo, rejuvenesce na cena pela voz firme e avessa a recursos fáceis do ator que se põe a seu serviço, corporificando o desejo da autora, ainda buscado por muitos e sintetizado por Marvin Carlson, em seu Teorias do Teatro: “Stein invocava e tentava criar um teatro que fosse ‘atemporal’ ou ‘perpetuamente presente’[...] Esse teatro rejeitava preocupações tradicionais como crise e clímax, começo meio e fim, prefiguração, desenvolvimento de personagens e intriga em favor de um fluxo de existência [...] o espectador não tentará adentrar o mundo emocional de um drama desses, apenas o observará como observaria uma paisagem que estivesse simplesmente diante dos seus olhos.” Assim observei, atento todo o tempo em que o ator, no pequeno espaço emoldurado pela meia abertura da cortina, colocava-se entre mim e as cadeiras vazias da plateia, nem tanto quando ele, movimentando-se por todo o palco, fugia dos limites da moldura. Talvez, como diria Stein: “...me tornei moderadamente conscientemente perturbado pelas coisas sobre as quais se tomba sobre as quais me tombei numa tal extensão que...” Talvez, tenha sido isso. Não tenho certezas. “E então isso é somente até o presente tudo o que sei sobre” “Peças”.

OBS.: Não tenho como e não quero saber de quem foi a infeliz ideia, mas, antes de começar o espetáculo, foi-nos solicitado que não nos retirássemos sem que ele tivesse terminado. Fico imaginando o indivíduo da segunda hipótese, aquele não-amante de carros e motores. Como ele se sentiria se fosse constrangido a passar 55 minutos, sentado sobre uma pilha de pneus em uma oficina, vendo um mecânico trabalhar, por mais criterioso, concentrado e perfeccionista que ele – o mecânico - fosse?

Antonio Barreto Hildebrando, agradeço muito a sua análise que, além de informar ao leitor sobre o grande Marvin Carlson, também realiza o mesmo percurso de Gertrude Stein ao expôr o incômodo proposital que o espetáculo provoca como se fôssemos todos novamente crianças em choque com o código camaleônico do teatro, que é a nossa própria vida. E, quanto à sua observação ao final, aproveito aqui para esclarecer que esta solicitação adotada pelo Teatro Municipal não era de nosso conhecimento e só fui informado desse procedimento através do seu texto acima. Na verdade, parece até um conto surrealista. É assustador pensar que tenham exigido aos espectadores para que ficassem confinados durante o espetáculo. Imagino que a equipe do Teatro deve ter pedido somente que o público aproveitasse para fazer suas necessidades, tais como beber água ou ir ao banheiro, antes de entrar no Teatro. Penso que tenham agido dessa forma com a melhor das intenções, na tentativa de evitar situações semelhantes às que ocorreram durante vários outros espetáculos, em que os espectadores saíam e retornavam à sala e até atendiam chamadas de telefone celular, como aconteceu durante uma sessão da peça "O Assalto" do Teatro Oficina. No entanto, caso tenha ocorrido como você descreveu a cena, tal excesso de zelo se torna a imposição de um Livro Vermelho....... e aí, a nossa Natureza some de vez. Já escrevi um email para Eunice Dumbra, coordenadora das Atividades Formativas do Festival, relatando o episódio.

agradecimentos paidéia associação cultural
amauri falseti aglaia pusch christine röhrig
nancy martorelli nogueira rogério modesto

agradecimentos coordenadoria de eventos culturais do departamento de ciências sociais da universidade federal de são carlos

imagens da apresentação registradas por clarissa mastro

imagens do ensaio registradas por artedivina elisete

Primeira Versão

TEATRO FAAP
25 janeiro a 16 março 2006

O local escolhido é o lado B do palco do Teatro Faap, o espaço oculto atrás da rotunda, onde há as coxias roldanas cordas moitões gornos ganchos, todos organismos que abastecem o urdimento teatral, o suporte do palco se transformando no suporte da peça

Análise escrita pelo crítico Mauro Fernando Mello no seu Blog Rotunda http://rotunda.zip.net

Com abordagens múltiplas – e resultados variados –, muito se tem escrito sobre o fascínio do teatro, desde apaixonados relatos de quem milita na área até frios compêndios acadêmicos. Em função desse encantamento, a metalinguagem é um dos assuntos mais caros ao teatro. Em cartaz no Teatro Faap, em São Paulo, o espetáculo solo “Peças”, da estadunidense Gertrude Stein (1874-1946), trata desse universo.
O texto expõe conceitos em torno da emoção que toma o espectador diante da cena, como “clímax da excitação”, “arremate” e “alívio”, e pergunta sobre a “utilidade de se contar uma história”, questionando a dependência do teatro de uma história bem contada. Assim, instalar a encenação no palco, atrás da cortina, surge mais como uma necessidade que como uma solução.
Um dos mais talentosos diretores brasileiros – premiado por “Pólvora e Poesia” (Shell) e “Agreste” (APCA), para citar apenas as mais recentes –, Marcio Aurelio assina a encenação. Como todo espetáculo solo, “Peças” tem no ator seu sustentáculo – neste caso, Luiz Päetow.
Ao não se comprometer com o naturalismo, Päetow tem o mérito de não deixar fluir uma atmosfera de conferência enfadonha. Faz uso de vasto repertório gestual combinado com silêncios e alternância de ritmo e de entonações.
Subscrita pelo diretor, a iluminação é uma aula sobre como se extrair de meia dúzia de lâmpadas nuances do jogo claro-penumbra-escuro. Longe, porém, de se sobressair ao ator, a luz o apóia, proporcionando-lhe mais subsídios para trabalhar.

imagem registrada por clarissa mastro da performance realizada
na inauguração do Teatro SESC Santana em outubro 2005

 

para conhe-ser outras performances http://jqz.zip.net



Escrito por jqz às 20h48





 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



Escrito por jqz às 10h00





 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



Escrito por jqz às 10h00

































2014

 

 

w1 w2 w3 w4 w5 w6 w7

espetáculo-solo

ensaios-abertos em maio no Cine Art Palacio -Ocupação Artística-

atuação   dramaturgia   iluminação   direção   criação geral

link

 

 

puzzle ( a ) 2

nova performance a convite do diretor Felipe Hirsch

apresentações na bienal ibero-americana de artes cênicas em setembro - Teatro Sesc Santos

participação especial   performance do soneto de Gregório de Matos Guerra

link

 

 

fausto

realização do treinamento vocal da Cia São Jorge

direção Georgette Fadel e Claudia Schapira

temporada em setembro outubro novembro no Teatro Sesc Pompéia

treinamento vocal do elenco

link



2013

 

puzzle ( a )

performance a convite do diretor Felipe Hirsch

temporada nos meses de novembro e dezembro no Teatro Paulo Autran - Sesc Pinheiros

participação especial   performance em alemão do Minifesto I de Paulo Leminski

indicado ao Prêmio Especial da APCA

link1 link2

 

 

music-hall

nova encenação do texto de Jean-Luc Lagarce

temporada de sexta a domingo nos meses de setembro e outubro no Teatro Cit-Ecum

direção geral   sonoplastia   cenografia   iluminação   tradução   atuação -personagem A Menina-

vencedor do Prêmio Shell em 2010

link

 

 

2012

 

lusamm ser berkey

performance-solo

apresentação em novembro no Teatro da SP Escola de Teatro -praça Roosevelt-

direção   texto   atuação

 

 

ou memória reinventada

espetáculo com a bailarina Vera Sala

temporada em setembro no Teatro Viga

direção   sonoplastia   espaço   iluminação   voz ao vivo

vencedor do 12 Prêmio Fomento à Dança

link 

 

 

ocorrências

espetáculo com o bailarino Wellington Duarte

temporada nos meses de abril maio junho na Oficina Cultural Oswald de Andrade e no mês de julho no Teatro Sesc-Belenzinho

direção geral   cenografia   música   iluminação

vencedor do 11 Prêmio Fomento à Dança

link

 

 

2011

 

der hausierer

espetáculo com os coletivos alemães Klank e Trio Nexus

em preparação

direção geral   dramaturgia   cenografia   atuação   iluminação

link 

 

 

taeter

espetáculo coletivo

apresentações em novembro 2011 no Teatro dos Satyros1  e em março abril 2012 no Instituto Cultural Capobianco

atuação   produção   espaço   iluminação   criação geral

link 

 

 

ex-máquinas

espetáculo-solo

apresentação em março no Teatro Faap

atuação   dramaturgia   iluminação   produção   direção   criação geral

link

 

 

 

2010

 

abracadabra

espetáculo-solo

primeira temporada nos meses de janeiro e fevereiro no Teatro Sesc-Anchieta

segunda temporada em maio e junho no Teatro Eva Herz

terceira temporada em junho e agosto no Teatro Oficina

apresentações no Festival Internacional de Teatro de São José do Rio Preto SP - Festival Internacional de Brasília DF - Festival Nacional de Vitória ES - Teatro Sesc Campinas SP

atuação   dramaturgia   iluminação   produção   direção   criação geral

indicado ao Prêmio Shell pela sua concepção e pesquisa

link 

 

 

2009

 

music-hall

primeira montagem brasileira do texto de Jean-Luc Lagarce

temporada aos sábados e domingos nos meses de junho julho e agosto no Teatro Imprensa

apresentações nos Teatros do SESC em Araraquara - São Carlos - Ribeirão Preto

direção geral   tradução   iluminação   cenário

e atuação nas viagens realizadas ao interior de SP -personagem O Primeiro Menino-

vencedor do prêmio Shell de melhor iluminação

link 

 

 

 

2008

 

music-hall

performance do texto de Jean-Luc Lagarce em leituraventura

realizada dentro da Residência Artística no Tusp

uma única apresentação em dezembro

tradução   direção geral

link

 

 

vox

performance-solo com dois textos de Beatriz Carolina Gonçalves

Elektra Volta à Semente e Cabeça de Medusa

apresentações no Espaço dos Satyros 1 em novembro e no evento Satyrianas em outubro

direção   atuação

link1 link2

 

 

calando

montagem de duas obras de Samuel Beckett inéditas no Brasil com direção de Rubens Rusche

Palavras & Música   e   Cascando

apresentações no Teatro Sesc-Anchieta em setembro

atuação

personagens Palavras e Voz

link1 link2 link3

 

peças 

recriação dramatúrgica do espetáculo Peças de Gertrude Stein

realizando novas temporadas no Teatro Coletivo-Fábrica às sextas sábados e domingos em abril

e no Teatro Ágora aos sábados e domingos nos meses de junho julho e agosto

criação   tradução   iluminação   atuação

link

 

 

o misantropo

leitura encenada da obra de Molière com direção de Marcia Abujamra

uma única apresentação em junho no evento 7 Autores 7 Diretores 7 Encontros

Teatro Sesc-Anchieta

atuação

personagem Alceste



Escrito por jqz às 10h00





2007

 

hajj

ciclo de inter-invenções realizadas nas redondezas da Baixada do Glicério

transmitindo textos de sua autoria se inscrevendo na biografia dos moradores

ao total foram 71 ações entre fevereiro e dezembro

criação   direção   autoria   atuação

link1 link2 link3 link4 link5

 

atrás do pensamento 

montagem da obra Água Viva de Clarice Lispector

realização em Goiânia a convite do professor-doutor em lingüística aliada à psicanálise Newton Murce

temporada de quinta a domingo em novembro no Teatro Goiânia Ouro

direção geral   roteiro   trilha sonora

 

céu no cio

leitura encenada do texto assinado com o pseudônimo Zita Woulpe

apresentação com as atrizes Lúcia Romano e Tatiana Thomé no evento produzido em outubro pelo grupo Dramáticas em Cena nas Satyrianas 2007

criação   direção   autoria   iluminação

prêmio APCA especial aos Satyros pela realização do evento na Praça Roosevelt SP

link1 link2 link3 link4

 

clarice lispector

performance realizada em setembro no Grande Auditório do Masp a convite de Clóvis Tôrres curador do projeto Letras em Cena

criação   direção   atuação

link

 

matamoros ( da fantasia )

encenação de Beatriz Azevedo para a obra de Hilda Hilst

temporada de quinta a domingo nos meses de junho julho e agosto no Centro Cultural Banco do Brasil

criação   atuação

link

 

gertrude está em stein

interinvenção de 24 horas realizada em fevereiro na Praça Júlio Prestes em São Paulo

transmitindo passagens da obra colossal de Gertrude Stein

criação   tradução   direção   atuação

link

 



Escrito por jqz às 10h00





2006

 

peças

de Gertrude Stein

encenação Marcio Aurelio

Teatro Faap - Teatro Oficina - Biblioteca Pública de São Carlos - Teatro Paidéia - Teatro Municipal de SJ Rio Preto - Armazém no Cais do Porto em Porto Alegre

Temporada de quarta a quinta em janeiro fevereiro março SP   abril São Carlos   maio SP   julho FIT São José do Rio Preto   setembro FIT Porto Alegre em Cena

criação geral   produção   tradução   atuação

link

 

obras ( tubo de ensaio aberto )

de Gertrude Stein

Sesc Pinheiros SP

Prólogo dos 7 minutos da vogal a abrindo apresentação dos 90 minutos em ensaio aberto a partir da palestra de 1936 intitulada o que são obras-primas e do estudo intitulado automatismo motor normal escrito por gertrude stein e publicado na revista psychological review em 1896 e materiais adicionais do poeta e filósofo ralph waldo emerson decisivos na formação de william james e gertrude stein

Única apresentação em novembro na terceira noite do ciclo gertrude stein

criação   tradução   direção   atuação

link

 

gosto que isso seja uma peça (((((((((((((((((( autopoesiamóvel )

de Gertrude Stein

Sesc Pinheiros SP

50 minutos com experimento inédito de encenação da peça escrita em 1916

Única apresentação em novembro na segunda noite do ciclo gertrude stein

criação   tradução   direção   atuação

link

 

leituraventuras ( autobiografia )

de Gertrude Stein

Sesc Pinheiros SP

Performance multimídia de 50 minutos com leituraventuras de textos de gertrude stein

Única apresentação em novembro na primeira noite do ciclo gertrude stein

criação   tradução   direção   atuação

link1 link2

 

autobiografia de todo mundo

de Gertrude Stein

Esquina ruas treze de maio e são vicente SP

Interinvenção de 24 horas no mês de maio recriando a obra de Gertrude Stein ao ar livre

criação   direção   atuação

link

 



Escrito por jqz às 10h00



[ ver mensagens anteriores ]


 
Histórico
  01/05/2016 a 31/05/2016
  01/07/2013 a 31/07/2013
  01/06/2013 a 30/06/2013
  01/07/2009 a 31/07/2009
  01/06/2009 a 30/06/2009
  01/03/2009 a 31/03/2009
  01/01/2009 a 31/01/2009
  01/12/2008 a 31/12/2008
  01/05/2008 a 31/05/2008
  01/04/2008 a 30/04/2008
  01/11/2006 a 30/11/2006


Outros sites
  I N I C I O



O que é isto?